a. Aluguel e outras taxas serão recomendadas pelo Diretor de Desenvolvimento do Distrito e estabelecida pelo Comitê Executivo Distrital, revista regularmente mediante os custos operacionais do centro de conferência.

ARTIGO XXI. DIRETOR DE DESENVOLVIMENTO DISTRITAL E ADMINISTRATIVO

Haverá uma posição de Diretor de Desenvolvimento Distrital e Administrativo quando for julgado praticável pelo Comitê Executivo Distrital e Presbitério Distrital. Esta pessoa será nomeada pelo Comitê Executivo Distrital. Esta pessoa será diretamente responsável ao Superintendente Distrital. As responsabilidades e obrigações desta função será determinada pelo Presbitério Distrital, e pode incluir o seguinte:

a. Administração

b. Supervisão do acampamento

c. Supervisão do centro de retiro

d. Assistir o Superintendente de Missões Internas

e. Promover as necessidades da administração

f. Promoções através da Media

ARTIGO XXII. MINISTÉRIO DE ADULTO SÊNIOR DO DISTRITO

Seção 1. Porpósito

Vendo o rápido crescimento da nossa sociedade de adultos com cinquenta e cinco anos de idade ou mais que deve ser alcançado com o evangelho, e ministrado pelas nossas igrejas locais.

a. Nós assistimos às igrejas na organização do Ministério Adulto Sênior para aqueles com cinquenta e cinco anos de idade ou mais.

b. Nós proporcionamos ministros para idéias e metas.

c. O Ministério de Adulto Sênior do Distrito provê liderança para sua promoção e conduz atividades de comunhão departamental adulto sênior.

Seção 2. Oficiais

a. Os Oficiais Departamentais incluirá:

Diretor Distrital

Comitê de Aconselhamento

Presbítero de Ligação

Outros

b. Qualificações

Diretor: Referir ao Estatuto Artigo II Seção 2, parágrafo a.

Representantes Seccionais: Devem ser escolhidos porque eles manifestaram interesse no Ministério Adulto Sênior, e seja leigo ou ministro, eles devem satisfazer as qualificações espirituais descritas em I Timóteo 3:1-7.

c. Eleições

(1) A função do Diretor será designada pelo Presbitério Distrital.

(2) Representantes Seccionais serão nomeados como provisto pelo Estatuo Artigo II, Seção 3c.
(1) Comitê de Aconselhamento será nomeado pelo Diretor Adulto Sênior Distrital e o Comitê Executivo Distrital.

(2) Presbítero de Ligação para o departamento de Adulto Sênior será nomeado pelo Presbitério Distrital.

Seção 3. Finanças

O departamento de Ministério de Adulto Sênior será consolidade como segue:

1. Interessados no Ministério de Adulto Sênior na igreja local será solicitado a contribuir para o Departamento Adulto Sênior, 2. As ofertas serão recebidas nas atividades ministeriais patrocinadas pelo departamento Adulto Sênior, 3. As ofertas deverão ser recebidas quando o Diretor Adulto Sênior Distrital visitar a igreja local.

ARTIGO XXIII. QUORUM

Seção 1. Sessões Anuais do Concílio Distrital

a. Um quorum consistirá de:

(1) Todos os ministros afiliados que terão assinado a lista de nomes vigente.

(2) Todos os delegados das assembléias afiliadas que terão assinado a lista de nomes vigente.

b. Reportes financeiros anuais serão enviados pelo correio para os eleitores pelo menos duas semanas antes do Concílio Distrital.

c. Todos os reportes dos comitês estão impressos e prontos para distribuição na sessão da tarde do primeiro dia integral do Concílio.

Seção 2. Reuniões do Presbitério Distrital

Um quorum consistirá da maioria dos Oficiais do Distrito presente.

ARTIGO XXIV. ORDEM DE ASSUNTOS

A ordem de assuntos regular para as sessões anuais do Concílio Distrital serão:

a. Nomeação de comitês

b. Reporte do Comitê de Lista de Nomes

c. Reporte do Superintendente

d. Reporte do Superintendente Assistente

e. Reporte do Secretário

f. Reporte do Tesoureiro

g. Assuntos Não Terminados

h. Reporte dos Comitês, novos assuntos e/ou eleição de oficiais

i. Prorrogação

Superintendente e Tesoureiro darão uma exposição do estado do distrito.

ARTIGO XXV. EMENDAS

Emendas aos Estatutos podem ser feitas em qualquer sessão anual ou especial do Concílio Distrital. Emendas requerirá maioria de votos por adoção.

ARTIGO XXVI. DATA FINAL PARA RESOLUÇÃO

Todas as resoluções escritas para serem apresentadas ao Concílio Distrital em sessão devem ser submetidas ao comitê de resoluções até 10:00am do último dia do Concílio.

ARTIGO XXVII. SUPLEMENTO

Todos os problemas não cobertos pela constituição e estatutos ou resoluções os quais devem ser passados pelo Concílio Distrital, será governados por resoluções aparecendo em atas do Concílio Geral das Assembléias de Deus.

ARTIGO XXVIII. APÓLICES DO CONCÍLIO GERAL

Seção 1. Doutrinas e Práticas não Aprovadas

De acordo com suas prerrogativas constitucionais, O Concílio Geral das Assembléias de Deus declara-se pertinente para disaprovar certos assuntos como segue:

a. Segurança Incondicional

Em vista do ensino bíblico que a segurança do crente depende de uma vida de relacionamento com Cristo (S.João 15:6), em vista do chamado bíblico para uma vida de santidade (I Pedro 1:16), em vista do ensino claro de que um homem pode ter seu nome riscado do Livro da Vida (Apocalipse 22:19), e em vista do fato de que aquele que crê por um tempo pode cair (Lucas 8:13), O Concílio Geral das Assembléias de Deus desaprova a posição de segurança incondicional que declara que é impossível para uma pessoa uma vez salva se perder.

b. Legalismo

(1) Assuntos de Consciência

As Assembléias de Deus desaprova aqueles que retêm problemas de consciência, tais como comer ou não comer carne, que pressionam sua opinião nos demais.

(2) Adicionar Condições à Savação

As Assembléias de Deus também disaprova aqueles que retêm questões que parecem adicionar condições à salvação, como guardar o sétimo dia, que pressiona sua opinião nos demais.

c. Erros Escatológicos

(1) A Restituição de Todas as Coisas

As Assembléias de Deus entende o ensino de Atos 3:21 para limitar a restauração daquilo que os profetas têm falado, negando a teoria da redenção univeral. Somos opostos a todas as formas de universalismo (Mateus 25:46; Apocalipse 20:10).

(3) Marcar uma Data para o Retorno do Senhor

Não é sábio ensinar que o Senhor virá em um tempo específico, marcando uma data para o Seu aparecimento (Marcos 1332-33; Lucas 12:37-40; I Tessalonicenses 5:2). Também não é sábio dar do púlpito, ou publicar, visões de números e datas fixando a segunda vinda do Senhor.

(4) Rapto Pós-Tribulação

O Concílio Geral das Assembléias de Deus declara a si mesmo na Declaração de Verdades Fundamentais que retem a crença na eminente vida do Senhor como esperaça bendita da Igreja; e desde que o ensino que a Igreja deve passar pela Tribulação tende a trazer confusão e divisão entre os santos, é recomendado que todos os nossos ministros ensinem a eminente vinda de Cristo, avisando todos os homens para estar preparados para aquela vinda, que pode ocorrer a qualquer momento, e não iludir suas mentes com complacência por qualquer ensino que lhes causaria sentir que específicos eventos da Tribulação devem ocorrer antes do Rapto dos santos.
Outrossim, é recomendado que qualquer ministro das Assembléias de Deus que mantenha a posição da doutrina da pós-Tribulação, deve abster-se de pregá-la e ensiná-la. Se eles persistirem em enfatizar esta doutrina ao ponto de fazer um problema, sua posição na fraternidade será seriamente afetada (Lucas 21:34-36; I Tessalonicenses 5:9-10; II Tessalonicenses 1:4-10; Apocalipse 3:10).

d. Membresia em Ordens Secretas

Nossa mensagem é de último-dia na preparação para a vinda do Senhor (Mateus 24:14), não nos deixando alternativa mas devoção inteira de coração à causa de espalhar o evangelho (Lucas 9:62); e é bem conhecido que as várias ordens secretas requerem muito tempo e interesse valioso, distraindo o servo do Senhor do seu caminho (Efésios 5:16).

A natureza de tais organizações demanda sigilo (S.João 18:20; Atos 26:26) reinforçado por juramentos religiosos (Mateus 5:34) e forte ligação através de obrigações atadas à pessoas que são na maioria não regeneradas (II Coríntios 6:14). O espírito, filosofia, e influência geral de tais ordens secretas apontam ao melhoramento do homem natural (I Coríntios 2:14; Colossenses 2:8), canalizando erroneamente por interpretação incorreta de importantes verdades espirituais (II Pedro 3:16).

Confidência nestas ordens secretas e seus ensinos sempre tendem à adoção de uma falsa esperança de salvação através de boas obras e serviço moral melhorado (Efésios 2:8-9).

Em consideração do antecedente, todos os ministros afiliados conosco devem abaster-se de identificar-se com qualquer destas ordens secretas as quais nós reconhecemos como essencialmente do mundo, mundanas, e aconselhamos que qualquer que tenha se identificado com tais ordens para cortar suas conecções com elas (II Coríntios 6:17). Outrossim, nossos ministros são requeridos a usar sua boa influência entre os membros leigos para dissuadir-los de tal afliação fraternal (I Timóteo 4:12; II Timóteo 2:24-26).

e. Mundanidade

Em vista da alarmante erosão dos princípios morais nacional, nós reafirmamos nossa intenção de manter os princípios bíblicos contra toda forma de mundanidade. Nós instamos todos crentes a “Não amar o mundo, nem o que no mundo há...Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo.” (I João2:15-16).

Em seu ensino a respeito da mundanidade, a Escritura adverte contra: Participação em atividade as quais desonra o corpo, ou corrompe a mente e o espírito; o amor desordenado à possessões, o qual leva ao seu mal uso; manifestação de comportamento extremo, linguagem imprópria, ou aparência inapropriada; qualquer fascinação ou associação que diminui sua afeição pelas coisas espirituais (Lucas 21:34-35; Romanos 8:5-8; 12:1; II Coríntios 6:14-18; Efésios 5:11; I Timóteo 2:8-10; 4:12; S.Tiago 4:4; I João 2:15-17; Tito 2:12).

f. Abusos da Administração

(1) Dízimo

(a) De acordo com as escrituras, os dízimos devem ser usados para o sustento do ministério ativo e para propagação do evangelho e trabalho do Senhor e não ser dado para caridade ou usado para qualquer outro propósito. Nos dízimos os ministros devem ser exemplos.

(b) Nós reconhecemos a obrigação do dízimo e instamos todo nosso pessoal a pagar os dízimos à Deus. É recomendado que acordos satisfatórios ao pastor e à igreja seja feito por todos pastores e igrejas, para que o pastor possa receber um sustento adequado. Nós desaprovamos, no entanto, o ensino de que todos os dízimos devem necessariamente pertencer ao pastor para o seu sustento.

(3) Solicitação de Fundos

(a) É considerado impróprio e não ético para ministros ou missionários solicitar fundos por carta ou outro meio para qualquer coisa ou qualquer razão sem a autorização apropriada.

(c) O propósito desta seção não é impedir ou desencorajar projetos legítimos mas proteger a Irmandade daqueles que empregam métodos que não estão em harmonia com os princípios ou apólices das Assembléias de Deus. Os líderes em projetos locais terão inquestionável liberdade na igreja local ou comunidades.

Projetos de interesse geral ao distrito devem ter a autorização dos oficiais do distrito.

Projetos ou instituições de esfera nacional devem ter a autorização do Presbitério Executivo do Concílio Geral das Assembléias de Deus.

Promoção de todos projetos de carácter missionário devem ter a autorização do Presbitério Executivo.

(d) A obtenção e uso de listas de mala direta para propósito promocional não tendo a autorização apropriada ou os quais não estão mantendo as apólices do Concílio Geral das Assembléias de Deus serão considerados impróprios e não éticos, quer estejam baixo o nome de uma cadeia de oração além da esfera local, cadeia de cartas, ou apêlo para a constituição para o sustento de aventuras de carácter estritamente local ou pessoal. Todos os ofensores culpados de tal prática expressadas nos parágrafos antecedentes estarão sujeitos à disciplina.

(3) Posse Privada de Instituições Religiosas

O Concílio Geral das Assembléias de Deus aprova a reserva de domínio para todos edifícios das igrejas, escolas ou outras instituições que são sustentadas por fundos solicitados para o trabalho de Deus por corporações propriamente constituídas. Disaprova a reserva de domínio de tais propriedades por ministros das Assembléias de Deus, através de posse privada, corporações exclusivas, corporações fechadas ou qualquer outro tipo de posse onde a iniciativa de ação ou autoridade final não está confiada na corporação em todo. No evento a congregação local não é incorporada ou fixada pelo Concílio Distrital, título deve estar confiado em depositário apropriadamente qualificado. Onde existe posse privada, um corpo propriamente incorporado será formado e o título da propriedade será transferido para a corporação tendo em consideração a equidade que o dono do título possa legitimamente ter.

Uma desconsideração destes princípios e recomendações afetará seriamente a relação com as Assembléias de Deus de membros involvidos em tais propriedades.

g. Violação da Cortesia Ministerial

Uma conduta discortês é desaprovada, e todos os ministros são aconselhados contra interferir com pastores encarregados de assembléias, quer seja interferindo em seu trabalho sem consentimento através de correspondência com membros da assembléia ou prejudicará a influência do líder. Toda correspondência que concerne a assembléia em um todo será endereçada àquele que estiver encarregado e não à membros individuais. Onde não há pastor, as cartas concernentes ao trabalho serão endereçadas aos oficiais da assembléia.

Qualquer ministro que ofender será sujeito à disciplina da escritura como um ofensor pelo Oficial Distrital ou pelo Presbitério Executivo. Tal discortesia afetará seriamente a concessão do Certificado Anual de Comunhão, e pode ser a base para seu revocação.

h. Ministro em uma Igreja Não-Assembléia

Ministros não deverão ser limitados ou ou restringidos de entrarem em portas abertas para pregar esta mensajem Pentecostal, desde que eles retenham a doutrina das Assembléias de Deus, padrões de santidade, atitude apropriada, e conduta ministerial apropriada sem compromisso.
Na unidade é um princípio vital para crescimento e desenvolvimento espiritual da Comunhão das Assembléias de Deus, é essencial que reconheçamos nossa relação com outros e que pratiquemos cooperação Cristã em todo nosso trabalho pastoral, evangelístico, missionário, e da igreja local.

Recomendamos por conseguinte que nossos ministros confiram com os oficiais do Concílio Distrital antes de comprometer-se no ministério em qualquer igreja, grupo ou organização não afiliada com as Assembléias de Deus como também averiguar se tal ministro pode resultar em confusão ou desentendimentos. Se o ministro não tem aprovação dos Oficiais do Distrito, será esperado que o ministro se detenha de conduzir serviços para a igreja. Ministros que violarem este princípio será considerado como tendo aberto a porta para censura ou encargo que pode necessitar a revocação de suas credenciais.

i. Uma Atitude Imprópria Com Aqueles Removidos da Comunhão

Para apresentar decisões efetivas feitas no interesse da disciplina apropriada e para a proteção de nossas assembléias, todos que detêm credenciais abster-se-ão de tomar qualquer atitude contra ofensores que tenderia a anular or determinar como desobediente o veredito solene dos irmãos confiados com esta responsabilidade. Os ofensores estarão sujeitos à reprimenda, ou se persistir, à disciplina apropriada.

j. O Movimento Ecumenico

O Concílio Geral das Assembléias de Deus desaprova ministros ou igrejas em qualquer organização ecumenica moderna em nível local, nacional ou internacional de maneira a promover o Movimento Ecumenico, porque:

(1) Nós cremos que a base da doutrina de comunhão de tal movimento é tão abranjente que inclui pessoas que rejeitam a inspiração das Escrituras, a deidade de Cristo, a universalidade do pecado, o sacrifício substitutivo, e outros ensinos cardinais, os quais nós entendemos serem essenciais à Cristandade Bíblica.

(2) Nós cremos que a ênfase do Movimento Ecumenico é variável com o que nós asseguramos ser prioridade biblica, frequentemente deslocando a urgência da salvação individual com preocupações sociais.

(3) Nós cremos que a combinação de muitas organizações religiosas em uma Super Igreja Mundial culminará na Babilônia Religiosa de Apocalipse 17 e 18.

(Isto não é para ser interpretado para significar que a limitação pode ser imposta sobre qualquer ministro das Assembléias de Deus a respeito de seu testemunho Pentecostal ou participação a nível local de atividades interdeminacionais.)

Seção. Serviço Militar

O Concílio Distrital Brasileiro afirma sua consistente posição com o adotado pelo Concílio Geral como segue:

Como um Movimento nós afirmamos nosso lealdade ao governo dos Estados Unidos em guerra ou paz. Nós continuaremos a insistir, como temos historicamente, no direito de cada membro de escolher por si mesmo seja declarar sua posição como combatente, ou um objetor consciencioso.