(3) Eficientes Cooperadores no evangelho que devotem parte do seu tempo no Serviço Cristão poderão, eventualmente ser reconhecidos como Ministros Certificados. Eles deverão pregar o evangelho pelo menos doze vezes ao ano, exceto na impossibilidade por razões de enfermidade ou aqueles envolvidos em outros aspectos do ministério de tempo intergral.
b. Qualificações Específicas
(l)
Para ser qualificado para a Ordenação, o candidato deve ter:
(a) Alcançado a idade de pelo menos 23 anos.
(b) Ser Ministro Licenciado por pelo menos dois anos.
(c) Completado satisfatoriamente os cursos para o diploma ministerial, ou completado os estudos ministeriais prescritos do Berean College e/ou JW Bible College agendados para a ordenação ou seu equivalente dos estudos ministeriais num Bible College reconhecido pelo Concílio Distrital Brasileiro.
(d) Haver mantido a prática de um ministério”ativo”.
(e) Ter recebido parecer favorável do Conselho Regional
(f) Ter recebido (parecer favorável) aprovação da Comissão de Credenciamento.
(g) Se licenciado por um concílio distrital que não seja o Concílio Distrital Brasileiro, o candidate deve ter sido membro do mesmo por pelo menos dois anos, e preencher os requerimentos previstos.

(2) Para ser qualificado para Licenciado, o candidato deve ter:
(a) Evidencia de uma chamada divina.
(b) Ser Ministro Certificado por pelo menos dois anos.
(b) Haver mantido a prática de um ministério”ativo”.
(c) Intenção de dedicar tempo integral ao ministério
(d) Haver completado pelo menos o mínimo dos cursos para o diploma ministerial, ou completado estudos ministeriais prescritos do Berean College e/ou JW Bible College agendados para o licenciamento ou seu equivalente dos estudos ministeriais num Bible College reconhecido pelo Concílio Distrital Brasileiro.
(e) Ter recebido parecer favorável do Conselho Regional
(f) Ter recebido parecer favorável do Comitê de Credenciamento
(g) Qualificações de acordo com as do Ministro Certificado.

(3) Para ser qualificado como Ministro Certificado o candidato deverá ter:
(a) Ter sido salvo pelo menos (dois) anos antes da consagração
(b) Ter sido um membro ativo das Assembléias de Deus por pelo menos (dois)
anos.
(c) Ter mostrado evidência de chamada divina.
(d) Ter manifestado uma habilidade razoável para um futuro ministerial bem
sucedido. (I Tm 3...)
(e) Haver completado pelo menos o mínimo dos cursos prescritos do Berean College e/ou JW Bible College agendados para o credenciamento de estudos num Instituto Bíblico reconhecido pelo Concílio Distrital Brasileiro.
(f) Ter no mínimo 18 anos de idade.
(g) Ter sido aprovado pelo Conselho Regional
(h) Ter parecer favorável do Comitê de Credenciamento
(4) Para ser qualificado como Ministro Especializado o candidato deverá ter:
Completado o programa de estudos do Berean College e/ou JW Bible College para Ministérios Especializados incluindo matérias eletivas ou equivalente.
****Section 3. Applicação para Reconhecimento Ministerial
a. Procedimento
Os procedimentos deverão seguir a seguinte ordem:
(a) Os aplicantes deverão ser examinados pelo ministério da igreja local que encaminhará o parecer favorável ao Conselho Regional.
(b) O Conselho Regional é responsável por juntar os documentos pessoais do candidato, bem como as aplicações e formulários devidamente preenchidas e assinadas pelo candidato e esposa e, encaminhá-los ao Comitê de Credenciamento Distrital
(c) O Comitê de Credenciamento Distrital após conferir e analizar os documentos e emitir seu parecer, encaminhará à Mesa Diretora para o parecer final.
(d) As consagrações deverão ser feitas nas reuniões convencionais exceto por deliberação da Mesa Diretora.
(e) Os ministros oriundos da CGADB, devida/e cadastrados na SENAMI serão automática/e reconhecidos.
b. Ministros de outras Organizações
Se um ministro de outra respeitável denominação desejar afiliar-se às Assembléias de Deus, uma carta de recomendação deverá acompanhar as aplicações pertinentes. Entretanto, o Comitê de Credenciamento não está obrigado a emitir parecer favorável quanto ao seu status ministerial prévio, julgará entretanto à luz dos critérios estabelecidos pelas Assembléias de Deus. Nenhum ministro poderá portar credenciais das Assembléias de Deus e outra denominação simultâneamente.

c. Dos Ministros Oriundos de Outros Distritos
Devido as características culturais do Concílio Distrital Brasileiro, a Comissão de Credenciuamento e/ou o Presb Distr Exec, não estão obrigados a aceitar aplicações de ministros oriundos de outros concílios distritais mas, julgarão cada candidato segundo seu próprio mérito à luz dos critérios das Assembléias de Deus.
Seção 4. Renovação
Todas as credenciais expiram anualmente e a renovação dessas está sujeito à aprovação da Comissão de Credenciamento sob as seguintes condições.
Para qualificar para a renovação, o Ministro Ordenado deve:

a. Ordenado
(1)Submeter ao Secretario Distrital um pedido completo de renovação encontrado nos formulários providos para este propósito.
Ser um ministro em ativo (conferir abaixo o parágrafo “e”para a definição de “ativo”)

b. Licenciado/ Licença Especializada
Para qualificar para a renovação, o ministro licenciado deve:
(1) Manter um ministério “ativo”. ( conferir abaixo o parágrafo “e”).
(2) Submeter ao Secretario Distrital um pedido de renovação encontrado nos formulários providos para este propósito.
(3) Se reunir com a Comissão Regional em uma data designada anteriormente ao Concílio Regional ou enviar um relatório escrito na descrição da Comissão Regional, antes que a comissão se reúna. Casos que apresentem problemas serão referidos pela Comissão Regional para o Presbitério.

c. Ministro Certificado
Para qualificar para a renovação, o Ministro Certificado deve:
(1) Ter pregado pelo menos doze vezes durante o ano, exceto em casos de problemas de saúde ou enfermidades, em qualquer Ministério das Assembléias de Deus.
(2) Submeter ao Secretario Distrital um pedido de renovação encontrado nos formulários providos para este propósito.
(3) Se reunir com a Comissão Regional em uma data designada anteriormente ao Concílio Regional ou enviar um relatório escrito segundo a descrição da Comissão Regional, antes que a comissão se reúna. Casos que apresentem problemas serão referidos pela Comissão Regional para o Presbitério Distrital.

d. Apoio Ministerial
Cada ministério deverá contribuir para a Administração do Concílio Distrital Brasileiro, com US$ 1,00 por dia. (Observar o Regulamento Geral do Concílio, Artigo VII, Seção 8, parágrafo c para provisões especiais à missionários). Igrejas afiliadas devem contribuir com uma oferta de acordo com os procedimentos do Concilio Geral.



e. Status Ministerial
(1) Ministros “Ativos”
(a) Ordenados
Todos os ministros que irão se retirar das atividades ministeriais por um período de um ano ou mais, deverão notificar o Escritório Distrital, que deverá informar o Secretário Geral. Eles estarão autorizados a remover os nomes de tais pessoas e coloca-los na lista de inativos. Ministros que preguem menos de quinze vezes por ano deverão ter os seus nomes inseridos na lista de inativos por um ano. Se tal inatividade continuar por um segundo ano, os nomes destes deverão ser eliminados da lista ministerial. Isto não deverá se aplicar para aqueles que a sua inatividade se dá por causa de problemas de saúde, ou aqueles que estão empenhados integralmente em outros aspectos do ministério, ou aqueles que atingiram a idade de sessenta anos, ou aqueles ministros que trabalharam vinte e cinco anos e tiveram o seu ministério aprovado como ministro ordenado nas Assembléia de Deus, indiferentemente da idade. Deva a qualquer momento voltar o ministro inativo, seu nome pode ser restaurado à lista ativa sob aplicação necessitando o endosso do Oficial do Distrito.

(b) Licenciados
Tais ministros deverão pregar pelo menos quinze vezes ao ano.
(c) Licença Especializada
Tais ministros deverão estar envolvidos em um ministério reconhecido.
(d) Ministros Certificados
Eles deverão pregar pelo menos doze vezes ao ano.

(2) Ministério “Inativo”
Ministério inativo significa que o ministro não prega durante o ano o número de vezes requeridas. O nome de tal ministro será colocado na lista de “inativos” por um ano, a não ser que o ministro esteja doente ou incapacitado.

(3) Ministros Seniores
Em respeito e honra a esses ministros que têm dado anos de serviço ao Ministério, o status sênior será automaticamente dado a todos os possuidores de credencial que alcançaram a idade de sessenta e cinco anos, quer continuem no ministério integralmente ou não.

(a) Terminologia
1. O Termo senior-active deverá ser usado para os possuidores de credencial que continuem servindo no ministério integralmente ou três quarto do tempo integral.
(b) Diretrizes
1- Responsabilidades Financeiras dos Ministros Seniores Aposentados. Os Ministros Seniores Aposentados estão livres para distribuírem como quiserem suas parcelas de dízimos previamente pagas para o Concílio Distrital.
2 - Relatórios. Ministros seniores ativos e Ministros seniores semi-aposentados deverão continuar arquivando seus relatórios anuais e pagar ao Concílio Distrital e Geral uma parcela de seus dízimos regularmente. Ministros seniores aposentados deverão arquivar um relatório abreviado mantendo correto o endereço para propósitos de correspondência e seguro.

Seção 5. Promoção
a. Ordenação
(1) A Recomendação para a Ordenação deverá se originar com a Comissão Regional na entrevista anual para a renovação da credencial e ser aprovada pela Comissão Executiva em tempo para o Presbitério em Janeiro.
(2) Todos os requerimentos deverão ser conhecidos anteriormente às entrevistas regionais.
(3) O Concilio do Presbitério Geral Executivo constitui a Comissão de Credenciamento do Concilio Geral das Assembléias de Deus, e tem a autoridade de dar reconhecimento como aprovados os ministros ordenados que fossem indicados e recomendados para a Comissão de Credenciamento, Ética e Disciplina, pelo Concilio Distrital Brasileiro.

b. Licenciado
(1) A promoção para Licença pode ser analisada pela Comissão Executiva Distrital e pela Comissão Regional na renovação anual da credencial quando os ministros certificados são entrevistados. Eles devem possuir a credencial de ministros certificados por um ano antes de uma promoção para Licenciado.
(2) As recomendações da comissão de entrevistas na renovação da credencial, deverão ser analisadas pela Comissão de Credenciamento na próxima reunião programada. A Comissão de Credenciamento é que irá dar uma decisão final na ficha daquele que está aplicando.
(3) Todos os requerimentos deverão ser conhecidos antes das entrevistas regionais.

Seção 6. Certificados Ministério
Os Certificados Ministério de todos os ministros expiram no dia 31 de Dezembro de cada ano.

Seção 7. Restabelecimento de Credenciais.
Os ministros cujas credenciais foram perdidas como resultados de falta de renovação, deverão preencher um formulário de restabelecimento de credencial.
Aqueles ministros que retiraram suas credenciais sem ter queixas contra eles, serão analisados para uma possível restauração de credencial quando preencherem o formulário de restabelecimento, e sob a aprovação da sua Comissão Regional, podem ser requeridos a se reunirem com o Presbitério do Distrito para consideração.
Aqueles ministros que se retiraram por razões doutrinárias ou práticas incompatíveis com os princípios das Assembléias de Deus, ou ainda aqueles que estiveram sob disciplina, mas que se qualificam para restabelecimento de credenciais de acordo com o tempo mínimo requerido pelo Concilio Geral, ambas as categorias de ministros deverão seguir os procedimentos determinados pelo Distrito de Regulamentos, Artigo VI, Seção 3, parágrafo a.

Seção 8. Relações Ministeriais
Representação do nosso Distinto Testemunho Pentecostal:
Espera-se que os ministros das Assembléias de Deus representem correta e propriamente nosso Distinto Testemunho Pentecostal em ensino, prática e conduta pessoal.
Todos os ministros credenciados devem ser submissos, ao Concílio Distrital e ao Concilio Geral das Assembléias de Deus no que condiz à doutrina e à conduta.

a. Afiliação Distrital
Todos os ministros credenciados deverão se afiliar com o Concilio Distrital dentro dos limites de onde eles residem, e trabalhar em cooperação com o mesmo. Em caso onde o ministro resida uma região, mas pastoreia uma igreja localizada em outra, o ministro deverá requerer ser um membro da região onde a igreja que ele pastoreia está localizada. Os ministros devem cooperar com os outros Concílios Distritais, nos quais eles podem trabalhar temporariamente.

b. Transferências
Quando um ministro obtém uma residência em outra região, um certificado de transferência deverá ser emitido dentro de seis dias pelo Distrito do qual faz parte, a menos que haja taxas pendentes. O certificado de transferência deverá ser aceito pela região na qual ele se muda. Exceções podem ser feitas para ministros que se mudam para servir na sede das Assembléias de Deus, para aqueles que são indicados como missionários retendo membresia em seus distritos originais, para ministros que tem membresia em outro Distrito e um endereço somente em outro Distrito, para estudantes em escolas fora do seu Distrito original, para aqueles que estão implantado igrejas envolvidos em ministério transdistrital, ou para aqueles que servem a uma instituição que não é Assembléia de Deus que prove:
(a) Têm um alcance regular ministerial que alcança além de limites de distrito.
(b) Ambos distritos concordam à exceção.
(c) A instituição é aceitável a ambos distritos.
Em ordem de dar assistência aos ministros que estão se transferindo para um outro Distrito, um transcrito dando informação útil concernente a eles e suas esposas devem acompanhar o certificado de transferência.

c. Mudança de endereço
Todo o ministro deve manter informado o Escritório do Distrito acerca do seu presente endereço. Quando houver mudança de endereço, o Secretário do Distrito deverá ser notificado da mudança de endereço, por correspondência.

d. Ministros que abandonam congregações
É aconselhado que nenhum pastor ou evangelista do Concilio Distrital deixe uma igreja desprotegida sem pastor para guiar destino desta. O pastor ou evangelista primeiro comunicar Presbitério Regional e seguir as instruções recebidas. É aconselhado que se uma congregação torna-se disponível, um ministro que não faz parte do Concílio, não será recomendado à igreja, nem um ministro sem experiência será deixado como encarregado de uma assembléia, nem um leigo, exceto sobre a aprovação do Superintendente do Distrito.
e. Aderência à outras Doutrinas
Uma pessoa que tem uma mudança declarada nos pareceres doutrinários que são inconsistentes com a nossa Declaração de Verdades Fundamentais não é mais elegível para endosso como ministro das Assembléias de Deus. O Conselho Geral também se declarou desaprovando as divagações doutrinais como esboçado no Distrito de Regulamento Artigo XXVIII.

Seção 9. Comunicações Privilegiadas
Os ministros das Assembléias de Deus são encorajados a respeitarem como sagrado e confidencial informações confiadas a eles enquanto estão desempenhando suas capacidades ministeriais como conselheiros espirituais e são encorajados a não exporem tais informações confidenciais exceto com a permissão do confidente.











Artigo VII. Disciplina
Seção 1. Ação Distrital
a. A Natureza e os Propósitos da Disciplina
A Disciplina é um exercício de autoridade Bíblica pelo qual a igreja é responsável.
Os objetivos da disciplina servem para que Deus seja honrado, para que a pureza e bem estar do ministério sejam mantidos, e para que aqueles que estão sob disciplina sejam levados ao arrependimento e à restauração.
A Disciplina é para ser administrada para a restauração do ministro enquanto provê por completo a proteção do bem estar espiritual das nossas igrejas locais. Ela é para ser redentora em natureza bem como corretiva, e é para ser exercitada sob a dispensação da graça.

b. O Relacionamento entre o Concílio Distrital e o Comitê de Credenciamento, Ética e Disciplina do Concílio Geral.
O Presbitério Executivo do Concílio Geral é o Comitê de Credenciamento, Ética e Disciplina do Concílio Geral das Assembléias de Deus (Estatuto do Concilio Geral Artigo X, Seções 4 e 6). Deverá ter a autoridade final nas questões de doutrina e de conduta pessoal de todos os ministros. As ações do Concílio Distrital relacionadas com a suspensão de credenciais ou disciplina para recuperação e reabilitação, serão feitas em forma de recomendação para o Comitê de Credenciamento, Ética e Disciplina do Concílio Geral.

c. Atos Disciplinares e suas causas
As violações dos princípios das Assembléias de Deus, como determinado nessa Constituição e Regulamentos podem resultar em atos disciplinares pela Comissão de Credenciamento, Ética e Disciplina.
São elas:
(1) Qualquer falha moral envolvendo má conduta sexual.
(2) Qualquer falha ética além da má conduta sexual.
(3) Ineficiência geral no ministério.
(4) Falha ao representar de maneira correta nosso Testemunho Pentecostal.
(5) Rebelião - espírito contencioso e não cooperativo.
(6) Abuso de Autoridade.
(7) Uma rejeição arbitrária do Concílio Distrital.
(8) Uma declarada mudança da visão doutrinária.
(9) Hábito de ficar em dívidas, o que traz má repercussão do evangelho.
(10) Casamento em violação aos nossos padrões de casamento e divorcio. (Observar Concílio Geral de Regulamentação Artigo VIII, Seção 1)
(11) Violação de cortesia Ministerial. (Observar Artigo XXVIII, Seção 1, parágrafo g).
(12) Ministério sem aprovação prévia em uma Igreja não pertencente as Assembléias de Deus. (Observar artigo VIII, Seção 1, parágrafo h).
(13) Manifestação ou comportamento de apoio dirigido aos que estiverem desligados do concílio. (Observar artigo XXVIII, Seção 1, parágrafo i).

d. O direito de Iniciativa
(1) Autoridade.
Às vezes se levantam algumas ocasiões que se faz necessário tratar com ministros que, por alguma razão, parecem ter alcançado um estado onde, na opinião da igreja, não há para tais ministros, condição para continuarem à frente do trabalho. A Comissão de Credenciamento, Ética e Disciplina do Concílio Geral que tem a autoridade para ordenar e recomendar ministros, também tem a autoridade para retirar a sua aprovação e recomendar o recolher das credenciais.

(2) Responsabilidade de Afiliação do Distrito
Se o Distrito, no qual uma suposta ofensa é registrada, por alguma razão, não consegue tomar as medidas necessárias no prazo previsto no o Art. VII Seção 1, alínea d, item 3, a Comissão de Credenciamento, Ética e Disciplina do Concílio Geral deverá submeter a um novo Concílio Distrital, a que eventualmente o ministro se venha afiliar, a questão, juntamente com os fatos e instrumentos de apoio.
(3) Prazo para Apresentação de Medida Disciplinar
Após registrada a ofensa, o Concílio Distrital terá um prazo máximo de 180 dias para apresentar as medidas disciplinares necessárias ao CCED do Cincílio Geral, observados os trâmites regimentais.

e. Investigação de Relatórios ou Queixas de Supostas Infrações ou Confissão de Infrações dos Princípios das Assembléias de Deus.
(1) Dentro dos Distritos do Concilio Geral das Assembléias de Deus.
Relatórios ou queixas de supostas infrações dos princípios das Assembléias de Deus (Artigo IX, parágrafo a) ou confissões das mesmas feitas por um ministro deverão ser investigadas. Quando uma suposta ofensa é relatada, fica a julgamento do Superintendente do Distrito investigar pessoalmente o relatório ou indicar um representante e/ou uma comissão para conduzir a investigação para determinar a fonte, a veracidade e a validade. É a responsabilidade do Superintendente do Distrito salvaguardar a Igreja, o ministro, o Distrito e o Ministério. Na eventualidade de tais relatórios ou queixas contra o ministro serem arquivados com a Comissão de Credenciamento, Ética e Disciplina do Concílio Geral, esta deverá se dirigir ao Concílio Distrital no qual a ofensa ocorreu para a investigação. Uma cópia deverá ser mandada para o Concílio Distrital cujo ministro está afiliado.
(a ) Entrevista com os acusadores.
As pessoas envolvidas deverão ser entrevistadas com o objetivo de apurar os fatos do caso e as razões subjacentes que persistam nos relatórios ou queixas.
(b) Entrevista com o ministro acusado.
Ao ministro acusado se deverá dar uma oportunidade de ser entrevistado para discutir as queixas recebidas na esperança de que a situação possa ser resolvida.
(c) Queixas assinadas.
No caso de uma investigação necessária, as reclamações assinadas deverão ser arquivadas no Escritório Distrital, pelos autores das queixas, descrevendo as supostas infrações.

(d) Condições para o Ministério durante a investigação.
A condição para continuar ministrando poderá estar sujeita a restrição durante o período da investigação de acordo com o apropriado discernimento dos oficiais do Concílio Distrito, com base nas evidências que se tenham em mãos e na natureza da suposta infração. Tais condições estão sujeitas a revisão em intervalos de três meses, até que a investigação tenha sido completada resultando na absolvição da pessoa acusada ou na continuação do processo em curso.

(2) Fora dos Estados Unidos
(a) Em caso de suposta má conduta fora dos Estados Unidos aplicar-se-á, pelo Concílio Distrital, o disposto no Art VII, Seção 1, Alíneas “d” e “e item 1”.
(b) A investigação deverá ser procedida em cooperação com a Convenção a que o ministro estiver afiliado naquele país.

f. Preparação e Formalização das Acusações.
Se após a investigação for determinado que as acusações devam ser formalizadas, acusações apropriadas devem ser preparadas e arquivadas no Escritório do Concílio Distrital. Se os acusadores não comparecerem para assinar as acusações, os oficiais do Concílio Distrital podem formalizar as mesmas baseados nas evidencias que estão em seu poder. A pessoa que recebeu a acusação, deverá ser informada por escrito em correspondência certificada de acordo com o Artigo VII, Seção 1, parágrafo c.

g. Audiências Distritais e Disciplina.
(1) Audiências Distritais
No caso dos relatórios ou acusações não poderem ser tratados em particular com a satisfação de todos os envolvidos, o Superintendente do Concílio Distrital em cujo Distrito aconteceu suposta acusação, ou o Superintendente do Concílio Distrital cujo ministro é afiliado, deverá organizar em favor do ministro acusado uma audiência pela Comissão de Credenciamento, Ética e Disciplina. O ministro será obrigado a estar presente nesse evento na esperança que a questão possa ser resolvida.
(2) Suspensão dos Direitos do Acusado.
A audiência não será considerada como disposição final do caso até que o acusado esteja presente e comunicado de todos os seus direitos e privilégios garantidos. No entanto, o membro acusado poderá ser achado culpado de todas as acusações e disciplinado se recusar-se a aparecer à audiência, ou se for encontrada prova de negligencia intencional da parte do acusado querendo levar vantagem nos seus direitos e privilégios.
(3) Disciplina
(a) Causas para Disciplina. Um ministro que foi achado culpado de violar qualquer um dos princípios das Assembléias de Deus delineados no Artigo VII, Seção 1, parágrafo c, seja por confissão do ministro envolvido ou por deliberação do Presbitério Distrital, deverá estar sujeito à ação disciplinar.
(b) (Determinação) da Disciplina. Será de responsabilidade da Comissão de Credenciamento, Ética e Disciplina, sugerir à Mesa Executiva se o mérito da