b) A AGO - deverá ocorrer a cada quatro anos e ser anunciada num prazo de pelo menos seis meses da data da sua realização
c) Elad -Encontro de Líderes das Assembléias de Deus, deverá ocorrer a cada quatro anos alternando-se à realização da AGO. A data e o local deverá ser anunciado pelo Presbitério Distrital pelo menos 60 dias antes da sua realização.
Seção 2. Sessões Extraordinárias
a. As sessões extraordinárias do Concílio Distrital - AGE (Ass. Geral Ext.) deverão ser anunciadas, segundo concordância da maioria dos membros do Presbitério Distrital. A data e o local deverão ser anunciados pela Mesa Executiva pelo menos 30 dias antes da sua realização
ARTIGO X. OFICIAIS DO CONCÍLIO DISTRITAL
Seção 1. Oficiais Designados
a. Mesa Diretora Executiva - Oficiais Executivos
Membros: O Superintendente, o 1º Vice-Superintendente, o 1º Secretario, e o Tesoureiro deverão constituir a Mesa Diretora Executiva.
b. Mesa Diretora ou Presbitério Executivo
A Mesa Diretora ou Presbitério Executivo, deverá ser formada pelo Presidente(Superintendente), 1º Vice-Presidente (Superintendente Assistente), 2º Vice-Presidente (2º Superintendente Assistente), 1º Secretário (Secretário Executivo), 2º Segundo Secretário , 1º Tesoureiro (Tesoureiro Executivo), 2º. Tesoureiro.
c. Presbíteros Gerais - General Presbyters
Representantes nas Sessões do Presbitério Geral do Concílio Geral
O Concílio Distrital deverá ser representado no Presbitério Geral do Concílio Geral das Assembléias de Deus por três ministros, de acordo com os Estatutos e Regimento Interno do Concílio Geral das Assembléias de Deus.
d. Presidentes Regionais - Presbíteros Distritais
O Presidente Regional deverá ser eleito de acordo com o disposto no Artigo XXXX (das eleições) e deverá representar a sua regional e o Concílio Distrital no desempenho das suas funções segundo disposto no regimento interno.
e. Conselho Executivo - Presbitério Distrital
O Conselho Executivo deverá ser formado pelos membros da Mesa Diretora ou Presbitério Executivo, e os Presidentes Regionais ou Presbíteros Distritais.
Seção 2. Presbíteros Honorários
Ministros de alta estima que tenham servido como ministros ordenados por vinte e cinco anos ou mais, e tenham atingido a idade de sessenta e cinco anos, podem ser escolhidos como presbíteros honorários.
O Presbitério Distrital deverá servir como comitê de nomeação dessa honraria e deverá submeter à consideração do Concílio Distrital para a devida eleição. Dois terços dos votos válidos são requeridos para a eleição do Presbítero Honorário.
ARTIGO XI. DAS ASSEMBLÉIAS LOCAIS
Todos os verdadeiros crentes que guardam as doutrinas e princípios esposadas pelo Concílio Geral das Assembléias de Deus, associando-se em congregações locais como Assembléias, deverão ter o direito de reconhecimento pelo Concílio Distrital como disposto no regimento interno Artigo X, Sessão 2, alíneas a e b. Eles deverão ser classificados da seguinte forma:

Seção 1. Ministérios Soberanos - Responsabilidades
Os Ministérios Locais ou Igrejas Ministeriais que tenham amadurecido suficientemente para aceitar a sua inteira responsabilidade na manutenção da ordem doutrinária, deverão ter direito de reconhecimento, como disposto no Artigo 10, Sessão 2, letras A e B (soberania) o concílio distrital reconhece como igrejas ministeriais aquelas assembléias implantando congregações como disposto no Artigo 10, Sessão 2, letras A e B.
Estes deverão ser formados sob os auspícios do Presbitério Distrital e sujeitos ao Concílio Distrital em doutrina, conduta, e outras questões que afetem a paz e harmonia do Concílio Geral. Deverão ter o direito de escolher seus pastores, eleger seus oficiais, ter suas propriedades no nome dos seus tutores ou da corporação, disciplinar seus membros, e demais transações pertinentes à sua vida como Igreja local ou Igreja Ministerial. Deverão ainda adotar o padrão de membresia que é consensualmente adotado pelo Concílio Distrital. Deverão colaborar com a organização do Concílio Distrital tanto no âmbito financeiro quanto moral.

ARTIGO XII. CLAUSULA DE DISSOLUÇÃO
Caso o Concílio Distrital Brasileiro deixe de funcionar para os propósitos aqui estabelecidos, e/ou se dissolva, todo o patrimônio de qualquer natureza, após satisfeitos os débitos e as obrigações, deverá ser revolvido ao GENERAL COUNCIL OF THE ASSEMBLIES OF GOD, uma corporação sem fins lucrativos estabelecida e sediada na cidade de Springfield, Missouri. O General Council of the Assemblies of God terá total autoridade, liberdade e autonomia para dar ao supra citado patrimônio o destino que bem lhe parecer, segunda a expansão da obra das Assembléias de Deus. A transferência do patrimônio para o General Council of Assemblies of God, deverá proceder-se no período de um ano depois da data da dissolução do Concílio Distrital. Se tal transferência não se proceder no período acima previsto, ou se o General Council of Assemblies of God não estiver disponível ou disposto a referida transferência, qualquer outra disposição deverá ser tomada pela Corte do Condado no qual estão os escritórios da sede do Concílio Distrital.
ARTIGO XIII. EMENDAS
Seção 1 - As Emendas aos Estatutos devem ser feitas em qualquer sessão da AGO, ELAD ou AGE do Concílio Distrital, especialmente convocada para este fim.
a. A proposta da emenda deverá ter sido primeiramente submetida à Mesa Executiva num prazo de pelo menos 180 dias da sessão do Concílio Distrital, que encaminhará à Comissão de Reforma Estatutária para posterior analise do Presbitério Distrital.
b. A emenda deverá receber a maioria de votos do Presbitério Distrital ou ter pelo menos dez assinaturas de ministros ordenados do Concílio Distrital para ser apreciada em plenário.
c. A convocação deverá ser feita ao concílio distrital pelo menos 30 dias antes da reunião. d.Dois terços dos votos de todos os membros presentes e votantes deverão ser necessários para a adoção da emenda.






REGIMENTO INTERNO DISTRITAL

REGIMENTO INTERNO
ARTIGO I. ORDEM PARLAMENTAR
Seção
1. Ordem Parlamentar
O Trabalho do Concilio Distrital deverá ser governado por procedimentos parlamentares como está estabelecido na atual edição de Robert Rules of Order Newly Revised, mantendo assim o espírito de e amor e comunhão.
Seção 2. Cortesia em Plenário
Os ministros visitantes de outros concílios distritais e outros, poderão ser recebidos em plenário por discrição do presidente da mesa dos trabalhos e/ou aprovação plenária.
ARTIGO II. OFICIAIS E ELEIÇÕES
Seção 1. Oficiais Executivos - Mesa Diretora Executiva.
Os Oficiais Executivos do Concílio Distrital Brasileiro deverão ser o Superintendente, 1º Vice - Superintendente, 1º Secretário e 1º Tesoureiro e exceto por disposição estatutária ou regimental, deverão ser eleitos na quarta sessão da Assembléia Geral Distrital, de acordo com o que preceitua a disposição estatutária e regimental.
Seção 2. Qualificações
a. Oficiais Executivos - Mesa Diretora Executiva
Todos os oficiais deverão ser escolhidos entre a membresia do Concílio Distrital. Eles deverão ser ministros que tenham sido ordenados ou pastores, de larga experiência, maduros e notada habilidade, e que tenham sido membros do Concílio Distrital Brasileiro por pelo menos dois consecutivos anos imediatamente anteriores a eleição, que sejam considerados totalmente cooperativos e irrepreensíveis em todas as questões do concílio distrital, incluindo a financeira.
b. Presbíteros Gerais
Os membros do Distrito para o presbitério geral deverão consistir de: Superintendente Distrital, Secretário e tesoureiro executivos; os quais deverão ter as mesmas qualificações da Mesa Executiva.
c. Presbíteros Distritais
Todos os oficiais deverão ser escolhidos entre a membresia do Concílio Distrital. Eles deverão ser ministros que tenham sido ordenados ou pastores, de experiência madura e notada habilidade, e que tenham sido pelo menos durante dois consecutivos anos imediatamente anteriores a eleição, que sejam considerados totalmente cooperativos e irrepreensíveis em todas as questões do concílio distrital, incluindo a financeira.
Ídem ao .
e. Outros Oficiais do Concílio Distrital
(1) Jovens e Adolescentes Diretor Distrital de Jovens, Diretor Assistente de Jovens, e Secretário: Ver Artigo XIV, Sessão 4.
(2) Diretor de Educação Cristã: Ver Artigo XV, Seção 3, parágrafo a.
(3) Diretor do Ministério de Cavalheiros: Ver Artigo XVII, Seção 4.
(4) Diretora do Ministério de Damas: Ver Artigo XVI, Seção 4.
(5) Diretor do Ministério de Crianças.
(6) Secretaria de Missões: Ver Artigo XI, Seção 3, parágrafo d.
(7)Diretor do Ministério da Terceira Idade: Ver Artigo XXIII.
f. Outros Oficiais do Conselho Regional
O vice presidente regional, secretário e eventual tesoureiro, deverão ter as mesmas qualificações do presidente regional.
Seção 3. Eleição e Nomeações
a. DA ELEIÇÃO DA MESA DIRETORA
(1) - A nova diretoria deve ser eleita por escrutínio secreto. Em caso de haver chapa
única, a eleição será por aclamação.
(2) - O mandato da diretoria será por período de quatro anos sem prejuízo da reeleição.
(3) - Só pode concorrer à eleição da Mesa Diretora o candidato que se achar vinculado à Convenção há mais de 2 (dois) anos e que não esteja envolvido em questões litigiosas com a Convenção, seus membros e igrejas da mesma fé e ordem.
(4) - São inelegíveis para os cargos do Concílio Distrital aqueles que estejam:
I. - Atingidos por medidas disciplinares;
II. - Ausentes da Assembléia Convencional;
III. - Inadimplentes com as contribuições ao Concílio Distrital
b. Das Nomeações
De acordo com ART. V, seções 1 e 2.
Sessão 4. Duração dos Cargos
a. Oficias Distritais
A duração do cargo deverá ser de quatro anos para todos os oficiais executivos distritais e chefes de departamentos. A duração do cargo deverá ser de quatro anos para os Presbíteros Gerais e membros do Comitê Executivo.
b. Presbíteros Executivos
A duração do cargo deverá ser de quatro anos para Presbíteros Executivos
c. Presidente Regional
A duração do cargo deverá ser de quatro anos para os membros do conselho regional e todos os Presidentes Regionais e representantes.
d. Data de Efetivação
A efetivação do cargo deverá iniciar imediatamente após a eleição.
e. Definição
O “ano” do Concílio Distrital pode ser mais ou menos do que um ano normal de doze meses, dependendo da data da Assembléia Geral do Concílio estabelecida pelo Presbitério Distrital.
Sessão 5. Vacâncias
a. Presidente Regional
Em caso de vacância da presidência regional, o novo presidente deverá ser eleito por voto secreto em reunião do Conselho Regional (pastores presidentes) préviamente convocada e dirigida pela Mesa Diretora ou representantes. A convocação da Mesa Diretora para a nova eleição deverá ser no prazo máximo de noventa dias a contar da referida vacância.
Os candidatos deverão, obrigatoriamente, ser membros do referido Conselho Regional, em dia com suas obrigações estatuídas no Artigo II do nosso Regimento Interno. A eleição se dará por escrutino secreto. Será eleito o candidato que obtiver o maior número de votos, que não poderá ser inferior a um terço dos votos válidos. O Presidente eleito cumprirá o restante do mandato vacante.
b. Departamentos Regionais
Em caso de vacância de qualquer outro cargo regional, a vaga deverá ser preenchida numa seção especial do Conselho Regional para o propósito da sucessão.
c. Oficiais Regionais
Em caso de vacância da vice-Presidência, secretaria e/ou tesouraria, a Mesa Diretora Regional convocará nova eleição no prazo máximo de noventa dias a contar da referida Vacância.
Os candidatos deverão, obrigatoriamente, ser membros do referido Conselho Regional, em dia com suas obrigações estatuídas no Artigo II do nosso Regimento Interno. A eleição se dará por escrutino secreto. Será eleito o candidato que obtiver o maior número de votos, que não poderá ser inferior a um terço dos votos válidos. O candidato eleito cumprirá o restante do mandato vacante.

ARTIGO III. RESPONSABILIDADES DOS OFICIAIS
Seção 1. Superintendente
a. Deve presidir todas as sessões do Concílio Distrital, do Presbitério Distrital, e deve receber todas as comunicações endereçadas aos mesmos.
b. Deve ser o diretor dos escritórios do Concílio Distrital, e deve supervisionar o trabalho do mesmo durante o período do mandato, bem como supervisionar todo o “staff” dos escritórios e delegar suas responsabilidades.
c. Deve atuar como presidente da corporação do Concílio Distrital para todos os assuntos legais.
d. Deve ter a supervisão de todo o trabalho do Concílio Distrital e deve aplicar disciplina em todos os casos quando tal deliberação for requerida pelo Presbitério Executivo.
e. Deve supervisionar todos os departamentos do Concílio Distrital, do Ministério de Jovens, do(a) Diretor(a) do Ministério de Damas, do Diretor do Ministério de Cavalheiros, da Secretaria de Missões, do Departamento Financeiro, etc., e em conjunto com os líderes de departamento, coordenar os planos e promoção de todas as operações do Distrito.
f. Deve servir como um Presbítero Geral e executivo pela autoridade que compete o seu cargo e deve representar o Concílio Distrital em todas as sessões do Concílio Geral e do Presbitério Geral.
g. Deve administrar os fundos de emergência do Concílio Distrital para os ministros membros de acordo com o regulamento.
h. Deve ser o presidente do Comitê Executivo e do Presbitério Executivo, do Presbitério Distrital e dos Conselhos Regionais do Concílio Distrital, e, à sua discrição presidir todas as suas reuniões.
i. Deve ser o Editor Executivo de todas as publicações departamentais do Concílio Distrital.
j. Deve executar qualquer outra função usual e costumeira do oficial presidindo, ou tal como seja designado pelo Presbitério Distrital ou Concílio Distrital.
k. Deve ser membro ex-officio de todas as comissões e comitês.
Seção 2. 1º Vice-Presidente - Superintendente Assistente
a.
Deve assistir o Superintendente Distrital
b. Deve assumir todas as obrigações do Superintendente no caso de abstinência ou incapacidade do Superintendente.
c. Deve assistir ao Superintendente na supervisão da obra no campo, e desenvolver quaquer outra função sob a supervisão do Superintendente do Concílio Distrital, ou de acordo com a orientação do Presbitério Distrital ou do Concilio Distrital.
d. Deve atuar como vice-superintendente da corporação do Concílio Distrital em todos os assuntos legais.
e. Deve ser membro do Comitê Executivo e do Presbitério Executivo, do Presbitério Distrital.
f. Deve servir no grupo editorial das publicações oficiais do Concílio Distrital.
g. Deve ser membro ex-officio de todas as comissões.
h. Deve ter o privilégio de participar de todas ou algumas reuniões dos Conselhos Regionais.
Section 3. Secretário Distrital
a. Deve elaborar e guardar os relatórios e atas dos procedimentos e reuniões do Concílio Distrital e deve publicá-los após a aprovação e orientação do Comitê Executivo.
b. Deve assistir ao Superintendente do Concílio Distrital nos trabalhos do concílio.
c. Deve ter sob sua responsabilidade e guarda nos arquivos do Concílio Distrital, o cadastro de todos os ministros e igrejas afiliados ao Concílio Distrital, disponíveis à consulta dos oficiais do Comitê Executivo.
d. Deve atuar como secretário de todas as reuniões do Comitê Executivo, do Presbitério Executivo, e do Presbitério Distrital.
e. Deve atuar como secretário da corporação do Concílio Distrital em todos os assuntos legais.
f. Deve ser membro do Comitê Executivo e do Presbitério Executivo, do Presbitério Distrital.
g. Deve desenvolver outras funções próprias da secretaria sob a supervisão do Superintendente Distrital, ou de acordo com a orientação do Comitê Executivo e do Presbitério Executivo.
h. Deve servir no gerenciamento do editorial das publicações oficiais do Concílio
i. Deve ser membro ex-officio de todas as comissões.
j. Deve tomar todas providências necessárias para que o novo diretório distrital seja enviado aos ministros afiliados no prazo de noventa dias da data de encerramento de cada Assembléia Distrital.
k. Deverá tomar as providências necessarias para enviar o diretório aos ministros dentro de 90 dias após o encerramento de cada concílio distrital anual.
Section 4. Tesoureiro Distrital
a. Deve ter a custódia dos fundos do Concílio Distrital.
b. Deve assegurar-se de ter relatórios acurados dos recibos e desembolsos dos fundos do Concílio Distrital e seus departamentos, e deve conduzir os trabalhos da tesouraria de acordo com os métodos aprovados nos negócios.
c. Deve apresentar quadrimestralmente ao Comitê Executivo e anualmente à Assembléia Distrital o Relatório Financeiro para a devida aprovação.
d. Os livros do Departamento Financeiro deverão ser completa e devidamente auditados no final de cada ano distrital pela Comissão de Contas.
e. Deve desenvolver outras funções próprias da secretaria sob a supervisão do Superintendente Distrital, ou de acordo com a orientação do Comitê Executivo e do Presbitério Executivo.
f. Deve ser membro do Comitê Executivo e do Presbitério Executivo, do Presbitério Distrital.
g. Deve ser membro ex-officio de todas as comissões.
Section 5. Oficiais Executivos
a. Devem servir como trustees Concílio Distrital Brasileiro. Terão autoridade para supervisionar e ajustar todos os departamentos. Deverão ter a supervisão geral das atividades e dos departamentos do Concílio Distrital durante o interim entre as Assembléias do Concílio Distrital, a menos que o Concílio Distrital venha prover de maneira distinta. Deverão responder pela Instituição em todas as questões que lhe afetem o interesse, no período inter-convencional. Deverão ter autoridade para endossar as aplicações dos candidatos a Ministro Especializado, Ministro Certificado, Licenciado e Ordenações ao Presbitério Executivo do Concílio Geral.
b. Deverão ter o direito e dever de interpretar normas, estratégias e demais regras e procedimentos originados pelos estatutos e regimento interno do Presbitério Executivo, do Presbitério Distrital e Concílio Distrital. Tal interpretação será final, a menos que revertida pelo órgão que originou tal procedimento.
c. Deverão ter o direito de comprar, tomar, alugar/lease, ou então adquirir, possuir, ser fiéis depositários ou ter em custódia, usar, conveniar, financiar a outros, alugar/lease a outros, ou então disponibilizar propriedades imobiliárias, pessoal e mista, tangíveis e intangíveis de qualquer natureza, escritura(deed), financiamento, debentures e notas; de fazer contratos, tudo que seja do expediente normal e apropriado ao trabalho do Concílio Distrital desde que tais transações sejam aprovadas e autorizadas de acordo com o estatuído no Art X, seção 1, parágrafo b.
d. Deverão ter em sua guarda tais fundos como se lhes confere a responsabilidade de fiéis depositários, ou dispôr dos mesmos como seja direcionado.
f. Todas as propriedades da corporação deverão ser compradas, recebidas, custodiadas, vendidas, transferidas, financiadas, leased, assibadas ou conveniadas, devidamente autorizadas, no nome da corporação, pelos Oficiais Executivos, como trustees portanto, e o Presidente(superintendent), secretário e o tesureiro deverão ser autorizados, uma vez que são aqui autorizados, a executar e assinar todos os documentos pertinentes a tal transação devidamente aprovada de acordo com o que consta no estatuto Article X, Section 1, paragraph b.
g. Em questões de grande importância, os Oficiais Executivos deverão consultar o Presbitério Executivo que por sua vez poderá consultar o Presbitério Distrital.
h. Os Oficiais Executivos deverão, à sua discrição, convocar uma reunião do Presbitério Distrital quando julgar prudente.




Section 5. Presbíteros Gerais
a. Deverão ser membros do Comitê Executivo, do Presbitério Executivo e do Presbitério Distrital e deverão estar presentes em todas as reuniões do Presbitério Distrital.
b. Eles deverão representar o Concílio Distrital em todas as reuniões
c. Deverão assistir ao Superintendente Distrital de todas as formas para promover harmonia, comunhão e desenvolvimento do programa distrital.
Section 6. Presbitério Executivo Distrital (Mesa Diretora)
O Presbitério Executivo Distrital deverá interpreter e facilitar as decisões do Presbitério Distrital, e assistir o Comitê Executivo Distrital, Líderes dos Departamentos Distritais e os Presbíteros Seccionais (Presidentes Regionais)
Section 7. Presbitério Distrital
a. Presbitério Distrital
O Presbitério Distrital deverá atuar como Côrte de Apelação, e sua decisão deverá ser fina;, a menos que seja mudada pelo Concílio Distrital, ou apelo maior seja ao Presbitério Executivo do Concílio Geral. Uma maioria presente a qualquer reunião do Presbitério Distrital deve constituir quorum. No caso em que o Presbítero Seccional (Presidente Regional) não possa comparecer à reunião do Presbitério Distrital, o Presbítero Regional Assistente (Vice-Presidente Regional) deverá representar a o Conselho Regional (Seção) e ser-lhe-á o privilégio e direito de discutir os assuntos em pauta bem como o direito de votar.
b. Presbítero Seccional - Presidente Regional
O Presbítero Seccional - Presidente Regional deverá ser o líder de todas as funções seccionais (Conselho Regional) na respectiva secção. Qualquer pastor ou igreja, desejando alerter e/ou ajudar deverá apelar ao Presbítero da sua Secção que por sua vez investigará e se possível, trará o caso a um ajustamento. No caso de o Presbítero não poder resolver o problema satisfatoriamente, o mesmo deverá ser referido ao Superintendente Distrital e, se necessário, ao Presbitério Distrital para uma disposição final.


ARTIGO IV. Conselhos Regionais
Section 1. Propósito
O Concílio Distrital está dividido em Conselhos Regionais. Eles devem promover as atividades dos departamentos do Concílio Distrital, prover oportunidade para a comunhão e interação ministerial e promover a comunhão entre as igrejas do Conselho Regional.
Section 2. Abrangência
Os Conselhos Regionais estão localizados nas seguintes regiões:
a) Médio Atlântico
b) Nova Inglaterra
c) Oeste
d) Centro
e) Sudeste

ARTIGO V. Comitês
Seção 1. Comissões Permanentes
Comissões Permanentes deverão ser estabelecidas e apontadas de acordo com o que a necessidade exija. Elas deverão ser indicadas pelo Superintendente do Concílio Distrital com a ratificação do Presbitério Distrital, com um mandato de quatro anos a começar imediatamente após a assembléia geral ordinária (concílio distrital) bienalmente, no ano da eleição dos presbíteros. Deverão incluídas comissões julgadas necessárias no futuro.
Seção 2. Comissões Provisórias
Comissões Provisórias poderão ser criadas pelo Concílio Distrital em sessão, ou pelo Presbitério Executivo no período inter-sessional, de acordo com a necessidade. Elas deverão ser indicadas pelo Superintendente do Concílio Distrital com a ratificação do Presbitério Executivo.
ARTICLE VI. O MINISTÉRIO
Section 1. Descrição do Ministério
Os dons de Cristo à Igreja incluem Apóstolos, Profetas, Evangelistas, Pastores e Mestres (Ef 4:11), para exortar, administrar, liderar e servir (Rm 12:7-8). Entendemos que a chamada de Deus para estes Dons Ministeriais estão totalmente dentro da Sua soberana discrição sem importar, raça, deficiência ou nacionalidade. Em termos de maturidade do Ministério, três classificações são reconhecidas, Ministro Certificado, Ministro Licenciado/Ministro Especializado e Ministro Ordenado. Alguém aplicando para reconhecimento ministerial deve dar testemunho de ter experimentado o novo nascimento (Jo 3:5), de ter recebido o batismo no Espírito Santo de acordo com Atos 2:4 e de ser fiel dizimista. Uma vida cheia do Espírito Santo proporciona a alguém preencher a tríplice missão da Igreja. (Article V, parágrafo 11 dos Estatutos do Concílio Geral).


Section 2. Qualificações
a. Qualificações Gerais
(l) As qualificações para ordenação de ministros estão delineadas no Novo Testamento, I Tm 3:1-7; Tt 1:7-9.
(2) As qualificações para licenciar ministros deverão ser duas categorias.
(a) Ministério de Pregação da Palavra
PRIMEIRO: Clara evidência de uma chamada divina, experiência prática na pregação do evangelho.
Eles deverão pregar pelo menos quinze vezes por ano exceto na impossibilidade por razões de enfermidade.
SEGUNDO: Conformidade com os requerimentos previstos aos candidatos pelo Concílio Geral das Assembléias de Deus no que concerne à formação intelectual (Curso de Teologia Nível Médio), leituras e outros treinamentos (palestras, seminários, etc.)
(b) Ministério Especializado
Um evidente propósito de alguém em devotar seu tempo a um Ministério Especializado tal como Educação Cristã, Jovens, Música, ou outro ministério de tempo integral. Deverão ser aplicados os mesmos requerimentos delineados no Art. VI, Section 1.