CONSTITUIÇÃO

DECLARAÇÃO CONSTITUCIONAL

NÓS CREMOS:


Que o objetivo de Deus para com o homem encontra sua realização em um propósito primordial, sendo este: 1) ser uma agencia de Deus para a evangelização do mundo, 2) ser um corpo fraternal no qual o homem pode adorar a Deus, e 3) ser um canal do propósito de Deus para a edificação de um corpo de santos que estão sendo aperfeiçoados na imagem de seu filho.
Que o Concilio Distrital Brasileiro das Assembléias de Deus existe expressamente para dar ênfase contínua a este propósito primordial no padrão apostólico do Novo Testamento, ensinando e incentivando crentes a serem batizados no Espírito Santo(o que os capacitará a evangelizar no poder do Espírito, acompanhados de sinais sobrenaturais, adicionando uma dimensão necessária a um relacionamento de adoração a Deus), e os capacitando a responder ao trabalhar completo do Espírito Santo em expressão de fruto e dons e ministérios como nos tempos do Novo Testamento para a edificação do Corpo de Cristo.
Assim sendo, nos reconhecemos como uma convenção fraternal de santos pentecostais e batizados no Espírito, pertencentes a Igrejas e Ministérios locais da mesma e preciosa fé no Concílio Distrital Brasileiro do Concílio Geral das Assembléias de Deus, cujo propósito não é usurpar autoridade sobre as várias assembléias locais, nem privá-las dos seus direitos e privilégios bíblicos e locais, mas é reconhecer e promover métodos bíblicos e ordem para adoração, unidade, comunhão, trabalho e negócios para o Reino de Deus para que os resultados dos nossos esforços possam ser conservados e igrejas estabelecidas e desenvolvidas dentro de nosso testemunho distinto; e para desaprovar métodos, doutrinas e condutas anti-bíblicas, buscando manter a unidade do Espírito no elo da paz, “Até que todos cheguemos à unidade da fé, e ao conhecimento do Filho de Deus, a homem perfeito, à medida da estatura completa de Cristo” (Efésios 4.13)
ARTIGO I. NOME
Deverá ser o nome do corpo, “Concílio Distrital Brasileiro das Assembléias de Deus.” Deverá ser incorporado como uma organização religiosa sem fins lucrativos debaixo das leia do estado da Flórida.
ARTIGO II. TERRITÓRIO
Deverá incluir o trabalho do Concílio Distrital Brasileiro das Assembléias de Deus dos Estados Unidos da América e onde quer que seja representado. Para eficiência do trabalho, o Distrito deverá ser dividido em conselhos regionais.
ARTIGO III. NATUREZA O Concílio do Distrito Brasileiro das Assembléias de Deus, é uma convenção fraternal, baseada em um estatuto comum, voluntariamente votado por sua membresia.
ARTIGO IV. PRINCIPIOS PARA O FELLOWSHIP
O Concílio do Distrito Brasileiro das Assembléias de Deus deverá, da melhor forma possível, representar detalhadamente ao corpo de Cristo como descrito nas escrituras do Novo Testamento, reconhecendo os princípios inerentes neste corpo como também inerentes nesta confraternização, particularmente os princípios de unidade, comunhão, cooperação, e qualidade. Reconhece que ao observar a estes princípios, será capacitada a alcançar o seu propósito maior, e manter as condições sob as quais poderá, como confraternização, demonstrar a estes princípios e seus desenvolvimento conseqüente.

ARTIGO V. PRERROGATIVOS
A. Incentivar e promover a evangelização do mundo.
B. Incentivar e promover a adoração a Deus.
C. Incentivar e promover a edificação dos crentes.
D. Providenciar uma base de fraternidade entre Cristãos da mesma e preciosa fé.
E. Supervisionar todas as atividades das Assembléias no seu campo prescrito de acordo com os direitos conferidos pelo Artigo X da Constituição do Concílio Geral.
F. Estabelecer e manter as subdivisões, departamentos e instituições que sejam necessárias para a propagação do evangelho e a obra da confraternização pentecostal.
G. Estabelecer igrejas e apoiar ao seu desenvolvimento.
H. Examinar e aprovar a candidatos qualificados como ministros certificados e ministros licenciados. Aplicações de candidatos aprovados deverão ser endossadas pelo distrito e submetida a secretaria geral do Concílio Geral das Assembléias de Deus para o fornecimento das credenciais apropriadas. O Concílio Distrital terá também a autoridade de examinar e ordenar ministros após haver recebido aprovação do Comitê de Credenciais do Concílio Geral. Qualquer certo extensão de educação acadêmica nunca deverá ser um requerimento para credenciais, mas será requerido daqueles que aplicam, que completem qualquer curso e passem a qualquer examinação que possa ser prescrita pelo Concílio Distrital em acordo com o Comitê de Credenciais do Concílio Geral.
I. Aprovar a todos ensinamentos, métodos e condutas bíblicas, e desaprovar a todos ensinamentos, métodos e condutas anti-bíblicas. Como criatura do Concílio Geral das Assembléias de Deus, está subordinado ao mesmo, e não pode ser de qualquer maneira autorizado a violar os princípios dos estatutos e constituição do Concílio Geral das Assembléias de Deus. Na realização da obra no seu campo prescrito, será esperado do Concílio Distrital manter-se vigilante e atento contra qualquer violação dos princípios da união spiritual e confraternização cooperativa, aos quais a confraternização das Assembléias de Deus é especialmente e imutavelmente dedicada.
J. Eleger a seus próprios líderes e comitês, organizar suas próprias reuniões, e governar-se a si mesmo.
K. (Incidental a, ou em conexão com ?), Deverá ter o direito de possuir, manter, usar, vender, doar, hipotecar, alugar ou de qualquer outra maneira entregar a qualquer propriedade, real ou (chattel?), que possa ser necessária para a realização do seu trabalho.
ARTIGO VI. CREDO
Este Concílio Distrital adota a Declaração de Verdades Fundamentais adotada pelo Concílio Geral, revisada em 1974, como segue:
DECLARAÇÃO DE VERDADES FUNDAMENTAIS
1. As Escrituras Inspiradas
As Escrituras, Antigo e Novo Testamento, são verbalmente inspiradas por Deus e constituem a revelação de Deus para o homem, a infalível e autoritária regra de fé e conduta (II Timóteo 3:15-17, 1 Tessalonissences 2:13, II Pedro 1:21).
2. O Único e Verdadeiro Deus
O único e verdadeiro Deus se tem revelado como o eternamente auto-existente “EU SOU,” o Criador dos céus e da terra, e o Redentor da humanidade. Ele se tem também revelado como o que incorpora os princípios de relacionamento e associação como Pai, Filho e Espírito Santo (Deuteronômio 6:4; Isaías 43:10-11, Mateus 28:19, Lucas 3:22)
A ADORÁVEL TRINDADE
a. Termos Definidos
Os termos trindade e pessoas, relacionados a Deidade, embora não encontrados nas Escrituras, são palavras em harmonia com as Escrituras, através dos quais podemos convir a outros nossa compreensão imediata da doutrina de Cristo respeitando o Ser de Deus, distinguido de “muitos deuses e muitos senhores.” Nós portanto podemos falar com propriedade do Senhor nosso Deus, que é Um Senhor, como uma trindade ou como um Ser de três pessoas e todavia absolutamente bíblico (exemplos, Mt 28:19, II Co 13.14, Jo 14:16-17).
b. Distinção e Relacionamento na Trindade
Cristo ensinou a distinção de pessoas na trindade, que expressou em termos específicos de relacionamento, como Pai, Filho e Espírito Santo, mas que esta distinção e relacionamento, (as to its mode?) é inescrutável e incompreensível, porque inexplicado (Lc 1.35, I Co 1.24, Mt 11.25-27, 28.19, 1 Co 13.14, I Jo 1.3-4).
c. Unidade do(?the One Being=Um Ser?) Pai, Filho e Espírito Santo
Consequentemente, portanto, existe aquilo que, no Pai, o constitui como Pai e não o Filho; existe aquilo no Filho que o constitui como Filho e não o Pai; existe aquilo no Espírito Santo que o constitui o Espírito Santo e não o Pai e nem o Filho. Sendo assim, o Pai é o que gera; o Filho é o unigênito do Pai; e o Espírito Santo é o que procede do Pai e do Filho. Portanto, porquê estas três pessoas na Trindade estão em um estado de unidade, existe somente um Senhor Deus Todo Poderoso e o seu nome é um (Jo 1:18, 15:26, 17:11, 21; Zc 14:9)
d. Identidade e Cooperação na Trindade
O Pai, o Filho, e o Espírito Santo nunca são idênticos como pessoas, nem confusos quanto a relação, nem divididos em respeito a Trindade, nem opostos na cooperação. O Filho está no Pai e o Pai está no Filho, quanto á relacionamento. O Filho está no Pai e o Pai está no Filho, quanto á comunhão. O Pai não provém do Filho, mas o Filho provém do Pai, quanto á autoridade. O Espírito Santo é procedente do Pai e do Filho, quanto a natureza, relacionamento, cooperação e autoridade. Assim sendo, nenhuma pessoa da Trindade existe ou trabalha separadamente ou independentemente das outras (Jo 5:17-30, 32, 37; Jo 8:17-18)
e. O Título, Senhor Jesus Cristo
A denominação, Senhor Jesus Cristo, é um nome próprio. Nunca é aplicado, no Novo Testamento, ao Pai ou ao Espírito Santo. É portanto pertencente exclusivamente ao Filho de Deus (Rm 1:1-3, 7; II Jo 3).
f. O Senhor Jesus Cristo, Deus conosco
O Senhor Jesus Cristo, devido a sua natureza eterna e divina, é o próprio e unigênito do Pai, mas devido a sua natureza humana, Ele é o próprio Filho do Homem. Ele é, portanto, reconhecidamente ambos Deus e homem, e porque é Deus e homem, é Emanuel, Deus conosco (Mt 1:23, I Jo 4.2, 10.14, Ap 1:13,17).
g. O Título, Filho de Deus
Como o nome Emanuel inclui ambos Deus e homem em uma pessoa, nosso Senhor Jesus Cristo, procede que o título Filho de Deus descreve a sua própria deidade, e que o título Filho do Homem a sua própria humanidade. Portanto, o título Filho de Deus pertence a ordem da eternidade, e o título Filho do Homem á ordem do tempo (Mt 1:21-23, (H Jo 3 ?), I Jo 3.8, Hb 7:3, 1:1-13).
h. Transgressão da Doutrina de Cristo
Portanto, é uma transgressão da doutrina de Cristo dizer que Jesus Cristo obteve o título Filho de Deus apenas do fato da encarnação, ou devido ao seu relacionamento para com a economia da redenção. Assim, negar que o Pai é um Pai real e eterno, e que o Filho é um filho real e Eterno, é negar a distinção e relacionamento no ser de Deus, negar ao Pai e ao Filho, e deslocar a verdade que Jesus Cristo veio na carne (II Jo 9, Jo 1:1-2, 14, 18, 29, 49; I Jo 2:22-23, 4:1-5, Hb 12:2).
i. Exaltação de Jesus Cristo como Senhor
O Filho de Deus, nosso Senhor Jesus Cristo, havendo por si só purgado nosso pecados, assentou-se à direita da Majestade nos céus, anjos e principados e potestade tendo sido feito sujeitos a Ele. E havendo sido feito ambos Senhor e Cristo, Ele enviou ao Espírito Santo para que nós, no nome de Jesus, pudéssemos dobrar nossos joelhos e confessar que Jesus Cristo é o Senhor para a glória de Deus o Pai até o fim, quando o Filho há de sujeitar-se ao Pai para que Deus seja tudo em todos (Hb 1:3, I Pe 3.22, At 2:32-36, Rm 14:11, 1 Co 15:24-28).
j. Honra igual ao Pai e ao Filho
Portanto, como o Pai têm descarregado todo julgamento no Filho, não é apenas o expresso dever de todos no céu e na terra dobrarem seus joelhos, mas é um gozo indizível no Espírito Santo atribuir ao Filho todos os atributos de deidade, e entregá-lo toda a honra e a glória contida em todos os nome e títulos da Trindade exceto aqueles que expressam relacionamento (ver parágrafos b, c, e d) e assim honrar ao Filho assim como honramos ao Pai (Jo 5:22-23, I Pe 1:8, Ap 5:6-14, Fp 2:8-9, Ap 7:9-10, 4:8-11).
3. A Deidade do Senhor Jesus Cristo
O Senhor Jesus Cristo é o eterno Filho de Deus. As Escrituras declaram:
a. A sua concepção virginal (Mat 1:23, Lc 1:31, 35).
b. A sua vida imaculada (Hb 7:26, I Pe 2:22).
c. Os seus milagres (At 2:22, 10:3 8)
d. A sua obra substituidora na cruz (I Co 15.3, II Co 5.21)
e. Sua ressurreição corporal dentre os mortos (Mt 28:6, Lc 24:39, I Co 15:4)
f. Sua exaltação ao lado direito de Deus (At 1:9, 11, 2:33; Fil 2:9-11, Hb 1:3)

4. A Queda do Homem

O Homem foi criado bom e justo, pois disse Deus, “Façamos ao homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança.” No entanto, caiu o homem por transgressão voluntária e assim incorreu não apenas morte física, mas também morte espiritual, que é separação de Deus (Gn 1:26-27, 2:17, 3:6; Rm 5:12-19)
5. A Salvação do Homem
A única esperança de redenção é através do sangue vertido por Jesus Cristo, Filho de Deus.
a. Condição para a Salvação
Salvação é recebida pelo arrependimento a Deus e fé no Senhor Jesus Cristo. Pela purificação da regeneração e renovo do Espírito Santo, sendo justificado pela graça através da fé, o homem torna-se um herdeiro de Deus de acordo com a esperança da vida eterna (Lc 24:47, Jo 3:3, Rm 10:13-15, Ef 2:8, Tito 2:11, 3:5-7).
b. As Evidências da Salvação
A evidência interna da salvação é o direto testemunho do Espírito (Rm 8:16). A evidência externa a todos os homens é uma vida de justiça e verdadeira santidade (Ef 4:24, Tito 2:12).
6. As Ordenanças da Igreja
a. Batismo nas Águas

A ordenança do batismo por imersão é ordenada nas Escrituras. Todos quanto se arrependem e crêem em Cristo como Salvador e Senhor devem ser batizados. Assim eles declaram ao mundo que têm morrido com Cristo e que também têm ressuscitado com Ele afim de andar em novidade de vida (Mt 28:19, Mc 16:16, At 10:47-48, Rm 6:4).
b. A Santa Ceia
A Ceia do Senhor, que consiste dos elementos - pão e o fruto da vide - é o símbolo que expressa nossa participação na natureza divina de nosso Senhor Jesus Cristo (II Pe 1:4); um memorial do seu sofrimento e sua morte (I Co 11:26); e uma profecia acerca de sua segunda vinda (I Co 11:26); e é ordenada para todos os crentes “até que (ELE) venha!”
7. Batismo no Espírito Santo
Todos os crentes são intitulados a e devem ardentemente esperar e sinceramente buscar a promessa do Pai, o batismo no Espírito Santo e com fogo, de acordo com o mandamento de nosso Senhor Jesus Cristo. Esta foi a experiência normal de todos, nos primórdios da igreja Cristã. Com isto vêm o atributo de poder para vida e serviço, a conferência dos dons e seu uso no trabalho do ministério (Lc 24:49, At 1:4, 8, I Co 12:1-3 1).
Esta experiência é distinta de e subseqüente á experiência do novo nascimento (At 8:12-17, 10:44-46, 11:14-16, 15:7-9). Com o batismo no Espírito Santo acompanham-se tais experiências como, uma abundância transbordante do Espírito (Jo 7:37-39, At 4:8), uma reverência profunda por Deus (At 2:43, Hb 12.28), uma consagração intensificada à Deus e dedicação a sua obra (At 2:42), e um amor mais ativo por Cristo, pela sua Palavra e pelo perdido (Mc 16:20).
8. A Evidência Física Inicial do Batismo no Espírito Santo
O batismo de crentes no Espírito Santo é testificado pelo sinal físico inicial de falar em outras línguas conforme o Espírito lhes concede que falem (At 2:4). O falar em línguas nesta instância é o mesmo em essência com o dom de línguas (I Co 12:4-10, 28), mas diferente em propósito e uso.
9. Santificação
Santificação é um ato de separação daquilo que é perverso, e de dedicação à Deus (Rm 12:1-2, I Tes 5:23, Hb 13:12). As Escrituras ensinam uma vida de “santidade, sem a qual homem nenhum verá o Senhor” (Hb 12:14). Pelo poder do Espírito Santo nós somos capazes de obedecer ao mandamento: “Sede santos, porque eu sou santo” (I Pe 1:15,16).
Santificação é realizada no crente pelo reconhecimento de nossa identificação individual com Cristo em sua morte e ressurreição, e pela fé crendo diariamente no fato desta união, e oferecendo todas as faculdades continuamente ao domínio do Espírito Santo (Rm 6:1-11, 13, Rm 8:1-2, 13, Gl 2:20, 1 Pe 1:5, Fp 2:12-13).
10. A Igreja e a sua Missão
A Igreja é o corpo de Cristo, a habitação de Deus através do Espírito, com designações divinas para o cumprimento da sua grande comissão. Cada crente, nascido do Espírito, é uma parte integral da assembléia geral e igreja do primogênito, que estão escritas no céu (Ef 1:22-23, 2:22, Hb 12:23).
Sendo que o propósito de Deus para com o homem é de buscar e salvar o que se havia perdido, ser adorado pelo homem, e edificar um corpo de crentes de acordo com a imagem do seu Filho, o propósito primordial pelo qual existem as Assembléias de Deus como parte da igreja é de:
a. Ser uma agência de Deus para a evangelização do mundo (At 1:8, Mt 28:19-20, Mc 16:15-16).
b. Ser um corpo (corporate body?) no qual o homem pode adorar a Deus (I Co 12:13).
c. Ser um canal do propósito de Deus para edificar um corpo de santos sendo aperfeiçoados na imagem de seu Filho (Ef 4:11-16, I Co 12:28, I Co 14.12).
A Assembléia de Deus existe expressamente para dar ênfase contínua a este propósito primordial no padrão apostólico do Novo Testamento através do ensino e incentivo aos crentes para serem batizados no Espírito Santo. Esta experiência:
a. Capacita-os a evangelizar no poder do Espírito Santo e com sinais sobrenaturais que os acompanham (Mc 16:15-20, At 4:29-31, Hb 2:3-4).
b. Adiciona uma necessária dimensão a um relacionamento de adoração a Deus (I Co 2:10-16, I Co 12-14).
c. Os capacita a responder ao trabalhar complete do Espírito Santo em expressão do fruto e dos dons e ministérios como nos tempos do Novo Testamento, para a edificação do corpo de Cristo (Gl 5:22-26, I Co 14.12, Ef 4.11-12, I Co 12.28, Cl 1:29).
11. O Ministério
Um ministério divinamente chamado e biblicamente ordenado foi providenciado pelo nosso Senhor para o trino propósito de liderar a Igreja na:
a. Evangelização do mundo (Mc 16:15-20).
b. Adoração a Deus (Jo 4:23-24).
c. Edificação de um corpo de santos sendo aperfeiçoados na imagem do filho de Deus (Ef 4:11-16).
12. Cura Divina
Cura divina é uma parte integral do evangelho. Libertação da enfermidade é providenciada na Expiação, e é o privilégio de todos os crentes (Is 53.4-5, Mt 8:16-17, Tg 5:14-16).
13. A Esperança Bendita
A ressurreição daqueles que dormem em Cristo e a sua tradução junto a aqueles que estão vivos e permanecem até a vinda do Senhor é a iminente e bendita esperança da Igreja (I Tes 4:16-17, Rm 8:23, Tito 2:13, I Co 15:51-52).
14. O Reinado Milenial de Cristo
A segunda vinda de Cristo inclui o arrebatamento dos santos, que é a nossa bendita esperança, acompanhado pelo retorno visível de Cristo com os Seus santos para reinar na terra por mil anos (Zc 14:5, Mt 24:27-30, Ap 1:7, 19:11-14, 20:1-6). Este reinado milenial trará a salvação da nação de Israel (Ez 37:21-22; Sf 3:19-10, Rm 11.26-27) e o estabelecimento da paz universal (Is 11:6-9, Sl 72:3-8, Mi 4:3-4)
15. O Julgamento Final
Haverá um julgamento final aonde os ímpios que morreram serão levantados e julgados de acordo com suas obras. Todo aquele que não é encontrado escrito no Livro da Vida, junto ao diabo e seus anjos, a besta e o falso profeta, serão entregues ao castigo perpétuo no lago que queima com fogo e enxofre, que é a segunda morte (Mt 25:46, Mc 9:43-48, Ap 19:20, 20:11-15, 21:8).
16. O Novo Céu e a Nova Terra
“Mas nós, segundo a sua promessa, aguardamos novos céus e nova terra, em que habita a justiça.” (II Pe 3:13, Ap 21, 22).
ARTIGO VII. RELACIONAMENTOS
Seção 1. Do Concílio Geral e os Concílios Distritais
O Concílio Distrital Brasileiro e os demais concílios distritais são parte integral do Concílio Geral das Assembléias de Deus, uma organização sem fins lucrativos com sede na cidade de Springfield, Missouri, e está subordinado e sujeito às alterações e emendas do Concílio Geral mencionado de acordo com o disposto nestes Estatutos e Regimento Interno, e tem um relacionamento de trabalho cooperativo com os demais concílios distritais no que concerne a questões de interesse mútuo.
Seção 2. Das Sessões Convencionais
O Concílio Distrital Brasileiro das Assembléias de Deus desenvolverá suas atividades através de seus escritórios e Sessões Convencionais.
Secção 3. Das Assembléias Locais
As Assembléias Locais, ou Igrejas Locais, ou Ministérios Locais, ou ainda Igrejas Ministeriais, e os Ministros do Concílio Distrital Brasileiro, que estejam em plena comunhão com o Concílio Distrital Brasileiro, deverão reconhecer e estar sujeitos aos Concílio Distrital Brasileiro.
ARTIGO VIII. MEMBRESIA
A MEMBRESIA do Concílio Distrital Brasileiro constitui-se do seguinte:
Seção 1. Ministros do Concílio Geral
Todos os ministros que detenham Certificados de Comunhão reconhecidos emitido pelo Concílio Geral das Assembléias de Deus e que tenham sua situação imigratória legalizada dentro dos Estados Unidos de acordo com o Concílio Geral, membros de uma igreja local ou igreja ministerial afiliada ao Concílio Distrital, cujos certificados de comunhão tenham sido aprovados pelo comitê de credenciamento do concílio distrital.
ARTIGO IX. DAS REUNIÕES
Seção 1. Sessões Bienais
a)Concilio Distrital - deverá se reunir-se bienalmente. A hora e o local deverão ser anunciados pelo presbitério distrital, e o anuncio da mesma deverá ser feito aos membros do Concílio Distrital num prazo de seis meses anteriores à data das reuniões quando AGO e dois meses quando ELAD.